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sábado, 24 de outubro de 2009

Obama pressiona bancos a dar crédito a pequenas empresas Para presidente dos EUA, instituições devem ajudar em 'recuperação'.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, instou os bancos neste sábado (24) a fazer mais empréstimos a pequenas empresas, e disse que seu governo fará tudo o que puder para pressionar nesse sentido. "Está na hora de os bancos cumprirem suas responsabilidades para ajudar em uma recuperação mais abrangente, em um sistema mais seguro, e em uma prosperidade compartilhada de forma mais ampla", disse Obama em sua fala semanal no rádio.
"E nós vamos tomar todas as medidas apropriadas para encorajá-los a atender a essas responsabilidades". Nesta semana, o governo tomou medidas para incentivar os empréstimos a pequenas empresas, oferecendo dinheiro público a pequenos bancos que atendem principalmente a esse setor com um custo menor do que havia sido feito anteriormente. Obama lembrou que os bancos se beneficiaram do pacote de US$ 700 bilhões de socorro às instituições financeiras, e disse que eles precisam devolver o favor. O presidente também usou o programa de rádio para defender a reforma no sistema de saúde, principal prioridade na política interna, dizendo que o plano diminuiria os altos custos que dificultam o acesso de pequenas empresas a planos de saúde para seus funcionários .

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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Para ser respeitada, ONU precisa ampliar Conselho de Segurança, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (15) que para a Organização das Nações Unidas (ONU) voltar ser respeitada, é preciso ampliar as vagas permanentes de países membros do Conselho de Segurança. Nesta quinta, o Brasil foi eleito para a vaga rotativa do conselho.

“Se a ONU quiser voltar a ter representatividade, tomar as decisões e essas decisões serem executadas, ela tem que reformar o conselho e colocar outros países”, disse o presidente, durante visita à obra de transposição do Rio São Francisco, em Pernambuco.

Lula citou o golpe de Estado em Honduras e as tentativas de intervenção da Organização dos Estados Americanos (OEA) como exemplos da perda de poder político da ONU. “Em Honduras, o que a OEA fez? Fez as reuniões, tomou as decisões, e simplesmente os golpistas não atenderam nada. Se tivesse maior representatividade política, a ONU decidiria e os países cumpririam”, disse.
O presidente usou uma metáfora para mostrar a situação do atual Conselho de Segurança da ONU, comparando-o a uma fruta madura. “Eu estou convencido de que esse negócio do conselho permanente da ONU está igual a uma fruta madura. Quer dizer, ela já está passando do ponto, daqui a pouco ela cai, e se os dirigentes da ONU, sobretudo os países que mandam no conselho, não aceitarem a reforma eles serão responsáveis pela fragilidade da ONU”, afirmou. Apesar da comparação, ele se disse otimista e afirmou esperar que o conselho passe por uma reforma ainda este ano. Lula defendeu ainda que a questão do Oriente Médio e o conflito entre palestinos e judeus não podem ter como principal mediador os Estados Unidos. “A questão do Oriente Médio não pode ser um problema particular dos Estados Unidos. Quem deveria resolver o conflito entre judeus e palestinos é a ONU”, defendeu o presidente.

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domingo, 11 de outubro de 2009

Chávez diz que Obama não fez 'nada' para merecer Prêmio Nobel

Segundo ele, Obama 'perpetuou as batalhas no Iraque e Afeganistão'.Júri premiou 'por intenções' ainda 'longe de tornarem-se realidade', opinou.
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, disse neste domingo (11) que o presidente norte-americano, Barack Obama, não fez nada além de ter pensamentos cheios de boas intenções para ganhar o Prêmio Nobel da Paz.
Chávez, que tem feito elogios pessoais a Obama junto a críticas às políticas "imperialistas" de seu governo, afirmou que pensava ser um erro quando leu que o líder norte-americano havia ganho.
O que Obama fez para merecer este prêmio? O júri avaliou como determinante seu desejo por um mundo sem armas nucleares, esquecendo seu empenho por perpetuar seus batalhões no Iraque e no Afeganistão e sua decisão de instalar novas bases militares na Colômbia", questionou o líder venezuelano nas 'Linhas de Chávez', coluna de imprensa publicada aos domingos.
"Pela primeira vez, estamos testemunhando uma premiação com o vencedor não tendo feito nada para merecê-lo: premiando alguém por intenções que estão muito longe de tornarem-se realidade."
Chávez disse que dar a Obama o prêmio Nobel foi como dar a um lançador de baseball um prêmio simplesmente por dizer que vai vencer 50 jogos e derrotar 500 batedores.
Embora comparem-se ao virulento discurso que frequentemente utiliza contra os Estados Unidos, as críticas de Chávez constrastaram com a avaliação de seu mentor, Fidel Castro.
O ex-presidente cubano disse que foi "uma medida positiva", que deixa implícitas críticas às políticas "genocidas" dos antecessores de Obama na Casa Branca.
Apesar de Caracas e Washington terem relações políticas hostis, os Estados Unidos permanecem como o maior importador de petróleo da Venezuela, país que faz parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Um "problema de saúde" de Chávez, que não foi detalhado, obrigou a suspensão da edição de hoje de seu programa dominical "Alô Presidente", informou o Ministério de Comunicação da Venezuela.

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domingo, 4 de outubro de 2009

Organização dos Estados Americanos considera modificar tratado.

O Acordo de São José, que pleiteia a restituição do presidente deposto Manuel Zelaya como um dos pontos para retirar Honduras da atual crise política, poderia ser modificado para destravar o diálogo com o governo interino, disse neste domingo (4) um funcionário da Organização dos Estados Americanos (OEA).
O retorno de Zelaya ao poder tem sido o ponto de maior polêmica do plano proposto pelo presidente da Costa Rica e mediador do conflito, Oscar Arias, a fim de chegar a uma solução para a crise gerada pela destituição do então presidente.
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